O presidente dos EUA, Donald Trump, vai assinalar o 25.º aniversário dos ataques de 11 de setembro, participando numa cerimónia no Pentágono, na sexta-feira, homenageando as vítimas de um atentado que remodelou a política externa e a segurança nacional dos Estados Unidos.
Quase três mil pessoas morreram quando sequestradores da Al-Qaeda lançaram aviões contra o World Trade Center, em Nova Iorque, o Pentágono e um campo perto de Shanksville, na Pensilvânia, em 2001.
Os ataques serviram de catalisador para a chamada “Guerra contra o Terror” dos EUA, que incluiu as invasões do Iraque e do Afeganistão e resultou na morte de um número estimado entre 4,5 e 4,7 milhões de pessoas, segundo o projecto “Cost of War” (Custo da Guerra) da Universidade de Brown.
Espera-se que o vice-presidente JD Vance se junte a ex-presidentes na cerimónia de Nova Iorque, enquanto outras autoridades governamentais participarão na cerimónia em Shanksville.
Trump vai assinalar o aniversário no Pentágono pelo segundo ano consecutivo. O Presidente, natural de Nova Iorque, participou pela última vez na cerimónia no Ground Zero da cidade, em 2024.
Na quarta-feira, Trump emitiu uma proclamação designando o aniversário como o “Dia do Patriota de 2026”, recordando os ataques e comprometendo-se a reforçar as defesas do país.
Num evento perto da Casa Branca, na terça-feira, prometeu “nunca esquecer” as vítimas, descrevendo os ataques como um dos poucos momentos da história que “dividem o tempo entre o que veio antes” e o que veio depois.
Num evento republicano em Dallas, na noite de quinta-feira, familiares das vítimas juntaram-se a bombeiros fardados no palco enquanto a “Ave Maria” era tocada. Os nomes das vítimas apareceram num ecrã, e um sino tocou em homenagem aos bombeiros que perderam a vida.





















