AMÉRICA LATINA
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Presidente da Colômbia apresenta um pedido para a anulação das eleições presidenciais de 2026
Espriella, declarado presidente eleito, assumirá o cargo a 7 de agosto, sucedendo ao actual Presidente Gustavo Petro.
Presidente da Colômbia apresenta um pedido para a anulação das eleições presidenciais de 2026
(ARQUIVO) O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, apresentou um pedido de anulação das eleições presidenciais de 2026.

O Presidente da Colômbia, Gustavo Petro, recorreu à justiça a pedir a anulação das eleições presidenciais em que o candidato de direita Abelardo de la Espriella venceu a 21 de junho, alegando que houve irregularidades no processo eleitoral.

Numa declaração publicada na plataforma de redes sociais X, Gustavo Petro criticou Espriella, o vencedor das eleições, sem mencionar o seu nome.

Ao partilhar o documento do pedido de anulação das eleições presidenciais, Petro afirmou:

“Aqui está o pedido de anulação das eleições presidenciais de 2026. O pedido foi apresentado por um grupo de cerca de 70 mil pessoas que se autodenominam “testemunhas digitais”. No pedido, alega-se que foi revelada uma manipulação algorítmica dos votos dos eleitores colombianos, através de vestígios identificados nos metadados dos documentos carregados na Internet pelo software de contagem eleitoral.”

Espriella assumirá o cargo a 7 de agosto

Espriella, declarado oficialmente presidente eleito pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), assumirá o cargo a 7 de agosto, sucedendo ao actual Presidente Petro.

Espriella destaca-se como um advogado de 47 anos e empresário milionário conhecido pela sua proximidade com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Na segunda volta das eleições presidenciais, o candidato de direita Espriella, do Movimento Defensores da Pátria, obteve 49,66% dos votos, enquanto Iván Cepeda, candidato de esquerda da aliança governamental Pacto Histórico, conseguiu 48,70%.

Após a vitória apertada de Espriella nas eleições presidenciais, Petro tinha pedido uma investigação aos resultados eleitorais.

Espriella tinha prometido reforçar as relações com Israel “como nunca antes”.