A China negou, na quinta-feira, uma notícia segundo a qual o Irão deverá receber, nas próximas semanas, um primeiro lote de até 400 lançadores portáteis de mísseis de defesa antiaérea fabricados na China, classificando a informação como “falsa e totalmente desprovida de fundamento”.
A porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Mao Ning, afirmou, durante a conferência de imprensa regular em Pequim, que o país já tornou “a sua posição clara sobre as questões relevantes em várias ocasiões”.
“As informações não são verdadeiras e não correspondem, de todo, aos factos”, afirmou, sublinhando que a China “trabalha sempre em prol da paz e do fim do conflito”.
Na quarta-feira, o Paquistão também rejeitou “categoricamente” a notícia, que alegava que Islamabad serviria de ponto de trânsito para o transporte do carregamento.
“Todas estas especulações são infundadas e desprovidas de verdade”, declarou o departamento de relações públicas das Forças Armadas do Paquistão (Inter-Services Public Relations) à Anadolu.
“Estas especulações são categoricamente rejeitadas”, acrescentou.
A Reuters noticiou anteriormente que o Irão deverá receber, nas próximas semanas, o primeiro carregamento destes sistemas de defesa antiaérea, enquanto procura reconstruir as suas defesas no contexto da guerra com os Estados Unidos.
Segundo a notícia, os primeiros carregamentos seriam transportados por via aérea a partir de Urumqi, no oeste da China, passando pelo Paquistão antes de chegarem ao Irão, citando fontes não identificadas.























