A emissora pública israelita KAN indicou que a decisão do Tribunal Penal de Primeira Instância de Jerusalém se baseou na avaliação psiquiátrica do agressor, Yona Schreiber. A avaliação concluiu que Schreiber se encontrava num estado psicótico no momento em que cometeu a agressão e que não tinha consciência dos seus atos.
Nas imagens das câmaras de segurança, vê-se Schreiber a seguir a freira, a empurrá-la para o chão e a dar-lhe vários pontapés.