Um alto representante da Casa Branca defendeu, na terça-feira, a decisão de impedir a entrada de vários participantes internacionais nos EUA para o Campeonato do Mundo da FIFA de 2026, afirmando que as medidas são necessárias para garantir um ambiente seguro.
Andrew Giuliani, diretor executivo do Grupo de Trabalho da Casa Branca para o Campeonato do Mundo da FIFA, sugeriu que a decisão de impedir a entrada do árbitro somali Omar Abdulkadir Artan «teve uma razão muito válida», sem dar mais detalhes.
Ele também abordou as notícias sobre rigorosas verificações de segurança para equipas como a do Senegal, na África, e do Uzbequistão, na Ásia Central, afirmando que a «verificação secundária» é uma medida padrão para garantir a segurança de todos os adeptos e jogadores.