Milhares de fiéis palestinianos reuniram-se na Mesquita de Al-Aqsa para as primeiras orações de sexta-feira após um encerramento que durou mais de cinco semanas.
Israel anunciou na quarta-feira que iria reabrir a Mesquita de Al-Aqsa e a Igreja do Santo Sepulcro em Jerusalém Oriental ocupada a partir de quinta-feira de manhã, permitindo o acesso pela primeira vez em 40 dias, após restrições impostas durante a guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irão.
Grandes multidões começaram a chegar nas primeiras horas da manhã, enchendo os pátios da mesquita com homens, mulheres, crianças e idosos, num reflexo da vontade dos palestinianos de regressar após uma ausência prolongada.
Durante o encerramento, os palestinianos foram impedidos de realizar as orações diárias, incluindo cinco orações consecutivas de sexta-feira nos dias 6, 13, 20 e 27 de março, e 3 de abril.
O culto foi retomado na sexta-feira seguinte, a sexta, 10 de abril.
As autoridades israelitas tinham encerrado ambos os locais desde 28 de fevereiro, alegando medidas de segurança durante a guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irão.
Também impediram que as orações do Eid al-Fitr fossem realizadas na Al-Aqsa este ano, pela primeira vez desde que Israel ocupou Jerusalém Oriental em 1967.













