MUNDO
2 min de leitura
China rejeita as alegações de Trump sobre uma alegada interferência nas eleições dos EUA
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da China classificou estas alegações como “acusações infundadas e difamações mal-intencionadas”.
China rejeita as alegações de Trump sobre uma alegada interferência nas eleições dos EUA
A China negou as acusações de interferência nas eleições norte-americanas.

O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China, Lin Jian, rejeitou as alegações do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que a China teria interferido nas eleições norte-americanas, classificando-as como “acusações infundadas e difamações mal-intencionadas”.

Durante a conferência de imprensa diária, Lin comentou as declarações de Trump sobre as alegações de que a China teria interferido nas eleições dos Estados Unidos de 2020.

Afirmando que estas acusações são “completamente infundadas e difamações mal-intencionadas”, Lin declarou que há muito tempo ficou comprovado que se tratam de “absurdos”.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tinha afirmado, num discurso dirigido à nação a partir da Casa Branca, que, segundo informações dos serviços de inteligência, o sistema eleitoral norte-americano estava gravemente vulnerável a ciberataques, exploração de falhas e interferência estrangeira.

Trump alegou que a China teria obtido, desde 2020, informações de 220 milhões de eleitores norte-americanos, naquele que descreveu como o maior roubo de dados eleitorais da história.

“O que torna este escândalo ainda mais grave é o facto de muitas estruturas dentro da nossa comunidade de inteligência terem trabalhado activamente para suprimir e minimizar informações sobre a interferência secreta da China nas eleições, escondendo-as tanto do Presidente como do povo norte-americano”, afirmou.